
O abraço…
O abraço me envolve sem aviso.
Não pede permissão.
Não promete nada.
Ele me segura como se meu corpo fosse um território a ser explorado,
como se eu estivesse sendo cruzada,
provada,
possível.
Estou possuída.
Estou indefesa.
Os lábios se separam, trêmulos,
não com palavras,
mas com anseio.
Minha respiração fica curta,
minhas mãos procuram e tocam, sem fim.
Cada curva do meu corpo fala,
cada toque inflama.
Não resisto.
Não porque não possa,
mas porque cada fibra do meu ser quer ceder
e sentir o fogo do outro dentro de mim.
Estou firme,
estou aberta,
estou em chamas.
E no abraço
—que não consola,
que não salva—
permaneço consumida,
mas viva.
— Um esforço conjunto de Adam Donaldson Powell e ChatGPT.

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